heart – daddy – still

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Domingo é dia dos pais e eu resolvi, mulher casada, que vou fazer um almoço aqui em casa pro meu papai, minha mãe, minha irmã, minha avó e meus enteados. Vou fazer rosbife, o prato preferido de meu pai (ainda liguei pra minha mãe, pra tirar dúvidas…). Me dá um estranho prazer isso de chamar meus ascendentes para a minha mesa. A coisa da inversão de papéis, passar de ser a alimentada para ser aquela que põe a comida no prato. Ando estranhamente feliz com essas ocasiões, quando consigo juntar a família (minha ou a de meu marido) em torno da mesa. Faço planos, trabalho feliz. Parece que me sinto poderosa, matriarca, aglutinadora.

Aí eu combinei com minha enteada de irmos ao shopping no sábado comprar um presentinho pra ela e o irmão darem ao pai. E eis que, do alto dos seus seis anos ainda incompletos, ela me fita e dispara “tem richards no plaza, nine?”. Então, depois do golpe já imaginado na minha conta bancária,  eu entendo: não, eu ainda não estou pronta pra inverter, ainda quero que meu papai me dê presente no dia das crianças. De preferência da Richards.

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Uma resposta »

  1. Hahahaha também gostaria de ser ainda a menininha do papai e de ganhar presentes da Richards no dia das crianças…na realidade tô sempre cuidadndo de todo mundo o tempo todo queria ser cuidada por todo mundo por um pouco de tempo…ainda bem que existe o salão de beleza!!! haha
    Aline querida que saudade…um abraço bem apertado;-)Geo.

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