na sé é muito mais gostoso

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semana passada fui a um “festival gastronômico” na torre malakof que se propunha a revisitar a “culinária de rua” com a ajuda de chefs famosos. “culinária de rua” é eufemismo para “comida de pobre”, então eu pensei que pelo menos uma macaxeira gostosa eu teria. não como miúdos, não gosto de bode, tenho horror a mão de vaca e buchada; meu paladar infantil não suporta a combinação gordura + cheiros fortes + pedaços de algum animal. mas, poxa, comida nordestina também envolve um inhamezinho, um cuscuz, uma sopinha gostosa de feijão. qual o quê: no final da noite, tudo o que comi foram dois pedaços de queijo coalho assado na brasa pelo próprio cesar santos. e não era um queijo coalho conceitual, diferente, era queijo mesmo, desses que eu como assado no fogão de casa. e ainda estava meio cru por dentro.

aí o questionamento-mor do evento partiu de loulou: pra que um chef famoso assando queijo de coalho?

boa pergunta, luciana. é por isso que saímos de lá e fomos comer sanduíche de carne louca no central.

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