biologia

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a coisa do decidir ter um filho é realmente assustadora. como se não bastassem todas as implicações óbvias, as pessoas ainda deveriam pensar: será que são esses genes aí que eu quero passar adiante? não sei se pensam, mas deveriam. o mais absurdo é que, se você está apaixonada (isto é, se você não está considerando ter filhos com brad pitt – porque aí seu interesse na perpetuação da espécie seria totalmente legítimo), é isso mesmo que você pensa no momento, faz parte do pacote-do-amor. mas olha, e se depois de uns anos você perceber que tudo aquilo que você odeia no outro está estampado nas pequenas coisas de seu filho? e se você se dá conta de que escolheu errado?

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